terça-feira, 1 de maio de 2018

Velhos tempos que não voltam mais.



Velhos tempos que não voltam mais.

Adorava quando um Monitor me convidava para uma Conversa ao pé do fogo. Sentar a moda índia na grama ou no tronco encontrado, o fogo, o luar, as estrelas... Um vento sul trazendo boas novas, Um bule esmaltado cheio de café, peixes na brasa, mandiocas fritas, bananas assadas e vez ou outra um delicioso churrasco de tatu ou quati. (hoje não pode mais). As histórias que os escoteiros contavam às risadas inocentes as lembranças de outros acampamentos, esquetes feitos na hora... Canções... - ¶ Em silencio acampamento, este canto... Vem depressa correndo escoteiro... Põe tua mágoa bem no fundo do bornal e sorri... Terra do Velho Olmeiro... Mutreta, um contador de histórias era um grande piadista. Sayonara um cantador bamba no quebra coco. E as violas, os pandeiros, o cavaquinho de Donato um violino de uma Akelá que violou magnificamente Bach, Brahms... E só quando dava sono íamos dormir. Quantas lembranças... Saudades de um tempo que não volta mais!

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