segunda-feira, 30 de julho de 2018

Viagem no tempo.


Viagem no tempo.

Farinelo.
Tradições.
- Chefe, quando vejo o senhor falar do passado, das tradições eu me impressiono. Será que eu também terei o meu passado como o do senhor?

– Era Farinelo um escoteiro Noviço, quem sabe um sonhador como eu.
– Olhei para ele. - Farinelo todos nós percorremos um longo caminho. Fomos de um mundo para o outro, que era praticamente igual ao primeiro esquecendo-se de onde viemos e não nos preocupando para onde vamos. - Não viva só o presente.

- Chefe! O senhor bagunçou minha cabeça!
– Ah! Farinelo... Saiba que é fácil apagar as pegadas, difícil, porém, é caminhar sem pisar no chão. – Cada experiência é um degrau para o progresso da alma. Não fique preso ao passado. Aproveite agora esta nova vida no escotismo. “Dedique-se a ele de corpo e alma, e verá surgir um novo Farinelo em sua vida”. As pessoas felizes lembram o passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo. - Farinelo sorriu e foi namorar Marilda quem sabe nem se lembrando mais o que conversamos...

Donato.
Uma pequena fogueira.
Uma pequena fogueira, uma clareira, brasas simples, pequenas fagulhas se espalhando ao sabor do vento na noite sem luar.

Donato me olhou e disse:
Chefe se você não está feliz com algo, mexa-se. Você não é uma árvore! – Olhei para Donato. Um escoteiro poeta. Uma vez me disse que as noites mais escuras produzem as estrelas mais brilhantes. O tempo passou Donato se foi. Pegou uma aragem distraída e partiu ao sabor do vento.
Não o esqueço. Olho para dentro de mim e penso: Querido passado, obrigado por tudo que me ensinou... Querido futuro, pode vir! Ah Donato eu sei se estivesse aqui estaria me dizendo: Chefe, meu amigo não deixe que o medo de cair te impeça de voar... Chefe! Se não houver vento, reme! Desistir jamais!

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